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O QUE SÃO?

As Medidas de Autoproteção (MAP) são um conjunto de ações e medidas destinadas a prevenir e controlar os riscos que possam visar as pessoas e bens, bem como para dar uma resposta adequada às possíveis situações de emergência e garantir a integração destas ações como um instrumento de prevenção e emergência.  Para além disso, pretendem também salvaguardar que os equipamentos e sistemas de segurança contra incêndios se encontram em condições de ser operados permanentemente e que, em caso de emergência, os ocupantes conseguem abandonar o edifício ou recinto em segurança.  
 
SÃO OBRIGATÓRIAS? 

Todos os edifícios e recintos, no entanto, para edifícios de habitação (partes comuns) das 1ª e 2ª categorias de risco não existem medidas específicas obrigatórias.  
 
SÃO IGUAIS EM TODOS OS EDIFÍCIOS OU RECINTOS?  

As Medidas de Autoproteção são determinadas em função da utilização-tipo do edifício ou recinto e da respetiva categoria de risco.  
 
QUEM PODE ELABORAR AS MAP?  Técnicos associados das Ordem dos Arquitetos (OA), Ordem dos Engenheiros (OE) e Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), propostos pelas respetivas associações profissionais, e inscritos na Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

Estão obrigados a possuir plantas de emergência todas as utilizações-tipo obrigadas a implementar plano de emergência interno, no âmbito das medidas de autoproteção. Neste sentido, devem possuir plantas de emergência os edifícios habitacionais (UT I) da 4ª categoria de risco, os estacionamentos das 3ª e 4ª categorias de risco, os edifícios administrativos (UT III), de espetáculos e reuniões públicas (UT VI), comerciais e gares de transportes (UT VIII), desportivos e de lazer (UT IX), museus e galerias de arte (UT X), bibliotecas e arquivos (UT XI) e industriais, oficinas e armazéns (UT XII) das 3ª e 4ª categorias de risco e os edifícios escolares (UT IV), hospitalares e lares de idosos (UT V) e hoteleiros e restauração (UT VII) da 2ª categoria de risco com locais de risco D e E e das 3ª e 4ª categorias de risco. 
 
As plantas de emergência devem cumprir a NP 4386 e devem ser afixadas em cada piso da utilização-tipo, junto aos principais acessos do piso, nos locais de risco D e E, nas zonas de refúgio e ainda no posto de segurança.
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A Formação de Meios de 1ª Intervenção, de cariz teórico-prático, tem como objetivo principal sensibilizar os participantes para atuarem em caso de ocorrência de incêndio nas instalações, até à chega de socorros exteriores. 

Com recurso a um simulador de incêndio e extintores apropriados para a formação, esta tem como objetivos específicos conhecer os processos físicos e químicos inerentes à reação de combustão, compreender os mecanismos de extinção de incêndios, reconhecer os agentes extintores mais adequados à classe de fogo existente e o procedimento de atuação de um meio de 1ª intervenção.
 
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Fenomenologia da combustão. 
Formas de propagação de incêndios. 
Mecanismos de extinção. 
Classes de Fogo. 
Meios de primeira intervenção. 
 
LOCAL
Instalações Cliente
 
DURAÇÃO
4 Horas
 
PARTICIPANTES
Até 15 elementos
 
FORMATO
Teórico-prática
 
PRÉ-REQUISITOS
Não aplicável



A Formação de Primeiros Socorros, de cariz teórico-prático, tem como objetivo principal reconhecer a importância dos primeiros socorros compreendendo as técnicas mais elementares para a prestação de primeiros socorros.

Com recurso a um Manequim de Suporte Básico de Vida Adulto, caixa de primeiros socorros, e outros equipamentos adequados para a formação, esta tem como objetivos específicos enumerar e saber acionar os mecanismos de socorro, prestar o primeiro socorro em caso de obstrução de via aérea, colocar uma vítima em posição lateral de segurança, atuar perante uma situação de doença súbita, paragem cardiorrespiratória ou uma situação de trauma.
 
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Princípios gerais do socorrismo e Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).
Exame primário da vítima.
Suporte básico de vida adulto.
Alteração dos estados de consciência. 
Asfixia, obstrução da via aérea e intoxicação. 
Hemorragias, feridas e queimaduras.
Trauma: Lesões articulares, musculares, fraturas e suspeitas de trauma vertebro-medulares ou crânio-encefálico. 
Conteúdo da caixa de primeiros socorros.
 
LOCAL
Instalações Cliente
 
DURAÇÃO
4 Horas
 
PARTICIPANTES
Até 15 elementos
 
FORMATO
Teórico-prática
 
PRÉ-REQUISITOS
Não aplicável

A Formação de Segurança no Trabalho, de cariz teórico, tem como objetivo principal desenvolver, coordenar e controlar as atividades de prevenção e de proteção contra riscos profissionais. Esta tem ainda, como objetivos específicos, colaborar na definição da política geral da empresa no que diz respeito à prevenção de riscos, desenvolver processos de avaliação de riscos profissionais e conceber, programar e desenvolver medidas de prevenção e proteção.
 
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Princípios de segurança no trabalho.
Causas e consequências dos acidentes de trabalho.
Avaliação e controlo de riscos associados a locais e postos de trabalho, equipamentos, transporte manual de cargas e operações consideradas perigosas.
Riscos elétricos, de incêndio e explosão.
Listas de verificação, normas técnicas e códigos de boas práticas.
 
LOCAL 
Instalações Cliente
 
DURAÇÃO
4 Horas
 
PARTICIPANTES
Até 15 elementos
 
FORMATO
Teórico
 
PRÉ-REQUISITOS
Não aplicável

A Formação de Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndios em Edifícios, de cariz teórico, tem como objetivo principal compreender os principais fundamentos e conceitos decorrentes da atual legislação de segurança contra incêndios em edifícios, com base nas exigências do Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndio em Edifícios – DL n.º 220/2008 de 12 de novembro, com as alterações introduzidas pelo DL 224/2015, de 09 de outubro. 

Esta tem ainda, como objetivos específicos, compreender os principais conceitos e exigências decorrentes da atual legislação de segurança contra incêndios em edifícios, com uma abordagem especial nas condições de segurança, acessibilidade, comportamento ao fogo e evacuação dos edifícios e nas instalações técnicas e sistemas de segurança contra incêndios.  
 
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Caraterização do risco de incêndio em edifícios.  
Fenomenologia da combustão.  
Processos de transmissão de calor.  
Processo de combustão.
Desenvolvimento e propagação de incêndio em edifícios.  
Mecanismo de extinção de incêndios em edifícios.
Utilizações-Tipo e Categorias de Risco.  
Classificação de Locais de Risco.  
Determinação da Carga de Incêndio.  
 
LOCAL
Instalações Cliente
 
DURAÇÃO
4 Horas
 
PARTICIPANTES
Até 15 elementos

FORMATO
Teórico
 
PRÉ-REQUISITOS
Não aplicável

A Formação de Auditorias de Segurança Contra Incêndio, de cariz teórico, tem como objetivos principais os conceitos gerais das auditorias de segurança, levantamentos de necessidades de segurança, levantamentos de necessidade da especialidade de segurança contra incêndios, identificar e analisar os sistemas de segurança contra incêndio existentes nas instalações a proteger e definir as medidas a implementar de modo a garantir a segurança dos ocupantes e do espaço.
 
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
Condições gerais sobre auditorias.  
Metodologias em auditoria.
Envolvimento dos recursos humanos.
Preparação para a realização de auditorias.
Estudos de caso.  
 
LOCAL
Instalações Cliente
 
DURAÇÃO
4 Horas
 
PARTICIPANTES
Até 15 elementos
 
FORMATO
Teórico
 
PRÉ-REQUISITOS
Não aplicável